Dn 5 – 6

Dn 6: 22 – “O meu Deus enviou o seu anjo e fechou a boca aos leões, para que não me fizessem dano, porque foi achada em mim inocência diante dele; também contra ti, ó rei, não cometi delito algum.”

Um discípulo assume posição de destaque entre os presidentes e sátrapas, porque nele havia um espírito excelente de forma que o rei queria estabelecê-lo sobre todo o reino (Dn 6: 3). Os demais presidentes e sátrapas, com inveja, buscam alguma ocasião para acusá-lo, mas não encontram nele nenhum erro nem culpa (Dn 6: 4). Então eles conseguem convencer o rei de estabelecer um decreto para que todos os que governavam durante trinta dias só deveriam fazer petição apenas ao rei (Dn 6: 7). Daniel, sabendo disso, não temeu e manteve sua prática de oração e três vezes ao dia se punha de joelhos para orar ao Senhor (Dn 6: 10).

Os homens então prontamente acusam Daniel frente ao rei que se vê impossibilitado de revogar seu decreto manda lançá-lo na cova (Dn 6: 12 – 16), o rei, um incrédulo, passa a noite em jejum (Dn 6: 18) e ao amanhecer corre a cova e encontra Daniel vivo (Dn 6: 22), se alegra e lança os homens e suas famílias na cova para serem mortos (Dn 6: 23 – 24) e declara:

“Faço um decreto pelo qual, em todo o domínio do meu reino, os homens tremam e temam perante o Deus de Daniel, porque ele é o Deus vivo e que permanece para sempre; o seu reino não será destruído, e o seu domínio não terá fim. Ele livra, e salva, e faz sinais e maravilhas no céu e na terra; foi ele quem livrou a Daniel do poder dos leões.” (Dn 6: 26 – 27)

Quanto pode Deus fazer com um homem que se coloca a disposição para viver em santidade!