Is 39 – 42

Is 40: 30 – 31 – “Os jovens se cansam e se fatigam, e os moços de exaustos caem, mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.”

“Quem na concha de sua mão mediu as águas e tomou a medida dos céus a palmos? Quem recolheu na teça parte de um efa o pó da terra e pesou os montes em romana e os outeiros em balança de precisão? Quem guiou o Espírito do Senhor? Ou, como seu conselheiro, o ensinou? Com quem tomou ele conselho, para que lhe desse compreensão? Quem o instruiu na vereda do juízo, lhe ensinou sabedoria, e lhe mostrou o caminho de entendimento? Eis que as nações são consideradas por ele como um pingo que cai de um balde e como um grão de pó na balança; as ilhas são como pó fino que se levanta. Nem todo o Líbano basta para queimar, nem os seus animais, para um holocausto. Todas as nações são perante ele como coisa que não é nada; ele as considera menos do que nada, como um vácuo. Com quem comparareis a Deus? Ou que coisa semelhante confrontareis com ele?

“Acaso, não sabeis? Porventura, não ouvis? Não vos tem sido anunciado desde o princípio? Ou não atentastes para os fundamentos da terra? Ele é o que está assentado sobre a redondeza da terra, cujos moradores são como gafanhotos; é ele quem estende os céus como cortina e os desenrola como tenda para neles habitar; é ele quem reduz a nada os príncipes e torna em nulidade os juízes da terra.” (Is 40: 12 – 18; 21 – 23)

Ter essa revelação de Deus que Isaías tinha explica sua entrega. Que Deus grande! Que Deus sublime! Graças ao Senhor pela vida de Isaías e tantos outros profetas que viveram uma vida dedicada a Deus e pelas escrituras sagradas que hoje nos tornam tão acessível o entendimento! Que haja em nós um coração sedento em conhecer a beleza da santidade do Todo-Poderoso. Quanto maior a nossa revelação de sua grandeza, maior será a nossa entrega.