“E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra.” (Gênesis 1:28)
Com as estrelas dispostas no universo e os planetas posicionados ao redor do sol, espaçados num cálculo milimétrico para gerar equilíbrio e movimento: transladação e rotação cumprindo uma agenda regrada contribuindo para a definição do tempo. Toda criação contida no planeta Terra observava a chegada de cada dia fiel a um rigoroso de um cronograma.
Neste planeta, num ambiente propício a vida, rios jorravam águas cristalinas e a terra gerava toda espécie de frutos com fartura. Deus passeava pelo jardim quando soprava a brisa do dia (Gênesis 3:8) e ali Ele podia se encontrar com Adão e Eva, sua família recém inaugurada. Deus tinha expectativas! Ele os fez fecundos, aptos a multiplicarem a encherem a terra com muitos outros filhos do Senhor. Como no homem havia a essência divina, era esperado filhos santos, unidos pela mesma fé e comunhão com o único Deus criador da Terra.
Eu imagino os primeiros dias de descobertas entre Adão e Eva, eles estavam se conhecendo, explorando o vasto jardim, nomeando os animais, experimentando as frutas e tinham o privilégio de receber o próprio Deus ao fim da tarde para uma conversa. Jesus estava ali! Adão e Eva podiam ouvir suas palavras de sabedoria, a explicação de como tudo havia chegado a existência ou como uma semente germinava e gerava frutos, o nome que cada estrela havia recebido, e assim eles partilhavam do conhecimento de seu Pai. Mas o Pai também queria ouvir seus filhos: Adão mostrava os animais que ele já tinha nomeado, Eva compartilhava suas experiências pelo jardim – havia gozo, não havia enfermidades, a humanidade estava protegida da morte e de qualquer outro perigo, estavam separados para cumprir o propósito eterno de Deus: serem uma família de muitos filhos semelhantes a Ele para sua glória!
